$$\newcommand{\bra}[1]{\left<#1\right|}\newcommand{\ket}[1]{\left|#1\right>}\newcommand{\bk}[2]{\left<#1\middle|#2\right>}\newcommand{\bke}[3]{\left<#1\middle|#2\middle|#3\right>}$$
X
INFORMAÇÕES SOBRE DIREITOS AUTORAIS


As obras disponibilizadas nesta Biblioteca Digital foram publicadas sob expressa autorização dos respectivos autores, em conformidade com a Lei 9610/98.

A consulta aos textos, permitida por seus respectivos autores, é livre, bem como a impressão de trechos ou de um exemplar completo exclusivamente para uso próprio. Não são permitidas a impressão e a reprodução de obras completas com qualquer outra finalidade que não o uso próprio de quem imprime.

A reprodução de pequenos trechos, na forma de citações em trabalhos de terceiros que não o próprio autor do texto consultado,é permitida, na medida justificada para a compreeensão da citação e mediante a informação, junto à citação, do nome do autor do texto original, bem como da fonte da pesquisa.

A violação de direitos autorais é passível de sanções civis e penais.
Coleção Digital

Avançada


Estatísticas |



Título: SECURITIZAÇÃO, VIGILÂCIA E SILENCIAMENTO DAS RESISTÊNCIAS: OS CASOS MARÉ VIVE E A INTERVENÇÃO FEDERAL
Autor: CLEYTON COSTA LIMA
Instituição:  -
Colaborador(es):  -
Nº do Conteudo: 50216
Catalogação:  05/11/2020 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo:  TEXTO Subtipo:  ARTIGO
Natureza:  PUBLICAÇÃO
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=50216@1
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.CadRI.50216

Resumo:
O governo brasileiro investiu milhões de dólares em tecnologias de segurança no período da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, e as manteve ativas defendendo o seu uso no combate ao narcotráfico e ao crime organizado. O argumento dos governantes ao apontar os narcotraficantes como ameaças diretas à estabilidade do Estado legitima o uso de óculos de reconhecimento facial, drones, CFTVs, vigilância de redes sociais e outras tecnologias como método de combate. Contudo, observa-se que os alvos desses equipamentos não são os criminosos, mas principalmente ativistas e seus grupos, que realizam diversas críticas as práticas policiais a partir do caso Maré Vive, caracterizado por uma disputa de narrativa entre a Polícia Militar do Rio de Janeiro e moradores da Maré, e do caso do fichamento de moradores de favelas por parte do Exército Brasileiro, oferecendo uma ameaça indireta a pessoas que denunciariam as violações por parte dos agentes de segurança. Dessa forma, este artigo busca apresentar, através de estudos de caso e da Teoria da Vigilância de Kevin Haggerty, de que forma tais tecnologias estão sendo mobilizadas para o controle e encolhimento dos espaços dos defensores de direitos humanos, e legalizadas sob um argumento securitizante de combate ao crime organizado. Além disso, o artigo apresenta medidas de respostas promovidas pelas comunidades frente a tais práticas de silenciamento, como o desenvolvimento de aplicativos de denúncia e o uso da mídia alternativa para apresentar perspectivas alternativas àquelas apresentadas pelo Estado e pela imprensa tradicional.

Descrição Arquivo
NA ÍNTEGRA  PDF
Logo maxwell Agora você pode usar seu login do SAU no Maxwell!!
Fechar Janela



* Esqueceu a senha:
Senha SAU, clique aqui
Senha Maxwell, clique aqui