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Título: PRIMEIRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O CONTRAMONUMENTO
Instituição:  -
Autor(es): ANDRE WINTER NOBLE

Colaborador(es):  - Número do Conteúdo: 49722
Catalogação:  01/10/2020 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  ARTIGO
Natureza:  PUBLICAÇÃO
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=49722@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=49722@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.escrita.49722

Resumo:
Neste ensaio será pensada a ideia de contramonumento, palavra-conceito proposta como lugar de reinvindicação discursiva. Para tanto, recuperaremos a ideia de monumento, cara a teóricos como Alois Riegl e Jacques Le Goff, os quais relacionam o monumento a um lugar de presentificação da ausência. Outrossim, minimamente reaveremos as concepções de culpa e dívida, atinentes ao pensamento freudiano e benjaminiano, sobretudo fundamentais ao livro Totem e Tabu (1913); ao ensaio Capitalismo como Religião (1921), potência significativa expressa neste último sob o signo Schuld, vocábulo que, no alemão, remete tanto à culpa, quanto à dívida. Assim sendo, a devoção parece consistir nas carnações de um arcabouço constituído pela dívida e a culpa, sensações que dão poder e sentido aos monumentos erguidos ou definidos pelos sujeitos ideológicos, para recuperarmos a hipótese althusseriana.

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