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Título: POLÍTICAS DA ESCRITA E CRÍTICA DO PROGRESSO NAS OBRAS DE WALTER BENJAMIN, THEODOR W. ADORNO E MAX HORKHEIMER
Instituição:  -
Autor(es): RODRIGO ROCHA RESENDE DE OLIVEIRA

Colaborador(es):  - Número do Conteúdo: 49692
Catalogação:  01/10/2020 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  ARTIGO
Natureza:  PUBLICAÇÃO
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=49692@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=49692@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.escrita.49692

Resumo:
Neste texto procuramos restabelecer o que observamos enquanto comunidade estética nos pensamentos de Walter Benjamin, Theodor W. Adorno e Max Horkheimer, vinculado também à política da escrita que exercem. Neste sentido, enxergamos duas fontes para o problema desta aproximação: a crítica à modernidade iluminista e, ao mesmo tempo, de um estilo filosófico literário adequado. Um estilo que busca na sua própria forma de apresentação confrontar a lógica dos ideais de progresso modernos. Em especial, acessamos o primeiro capítulo da Dialética do esclarecimento, O conceito de esclarecimento (1947), escrito a quatro mãos por Adorno e Horkheimer, para darmos maior concretude ao conceito crítico do progresso. Após este primeiro passo, outros textos de Adorno serão cotejados a fim de nos ajudar a pensar a relação entre arte e sociedade situadas no campo estético, dentre os quais estão Ideia de História Natural (1932) e as Aulas de Estética (1957/58). Por fim, alinhamos toda discussão à fortuna da concepção de apresentação que Benjamin utiliza no último texto de sua obra, as Teses, e que traduz, novamente concatenado às noções de forma e conteúdo, uma política da escrita resistente aos módulos logocêntricos imperativos no pensamento tradicional.

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