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Título: GESTÃO DE DESASTRES E SERVIÇO SOCIAL: REFLEXÕES CRÍTICAS SOBRE A ATUAÇÃO DE ASSISTENTES SOCIAIS JUNTO AOS ÓRGÃOS MUNICIPAIS DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ADRIANA SOARES DUTRA

Colaborador(es):  RAFAEL SOARES GONÇALVES - Orientador
MARIA AUXILIADORA RAMOS VARGAS - Coorientador
Número do Conteúdo: 48888
Catalogação:  03/07/2020 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=48888@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=48888@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.48888

Resumo:
Nas últimas décadas, situações de desastres têm se tornado cada vez mais comuns. Resultantes de processos estruturais profundamente desiguais, os desastres vêm sendo tratados, hegemonicamente, como eventos isolados, sem relação com o sistema social no qual se inserem. Esta tese de doutorado teve como principal objetivo conhecer o lugar ocupado por assistentes sociais na gestão de desastres no Brasil. O estudo partiu de uma revisão bibliográfica da teoria crítica, especialmente em relação às categorias desastres e riscos, consideradas fundamentais para a compreensão da temática, e contou com a realização de uma pesquisa baseada na triangulação de método, a partir da qual as abordagens quantitativa e qualitativa são compreendidas como complementares. A etapa quantitativa da pesquisa envolveu 142 órgãos municipais de proteção e defesa civil de todo o país, enquanto a segunda etapa, de caráter qualitativo, foi composta de um estudo de caso com base em entrevistas realizadas em cinco municípios afetados pelo impacto de 2011, no interior do estado do Rio de Janeiro. Os resultados da pesquisa demonstraram uma significativa ausência de assistentes sociais nos órgãos municipais de proteção e defesa civil, assim como o predomínio de uma intervenção voltada para a execução de ações pontuais e fragmentadas, geralmente desenvolvidas a partir da convocação de profissionais lotadas nos órgãos responsáveis pela política de assistência social nos municípios. Entende-se que tanto a ausência de assistentes sociais quanto o tipo de trabalho realizado não se encontram descolados da lógica predominante na gestão de desastres atualmente, na qual o foco nas ações desenvolvidas após a ocorrência dos impactos prevalece reforçando o caráter subalternizado do Serviço Social junto às equipes multiprofissionais, ainda que sejam ensejados esforços no sentido contrário. A partir destas conclusões, o estudo em questão volta-se para a defesa de uma maior participação de assistentes sociais nas estruturas de proteção e defesa civil, a necessidade de investimento em estudos sobre o campo dos desastres, assim como aponta para iniciativas que busquem um maior alinhamento entre as ações desenvolvidas por assistentes sociais na gestão de desastres e o projeto ético-político que vem sendo construído por segmentos da categoria desde as duas últimas décadas do século XX.

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