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Título: UMA CARTOGRAFIA DOS RESTOS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): NAYARA MARFIM GILABERTE BEZERRA

Colaborador(es):  MARILIA ROTHIER CARDOSO - Orientador
Número do Conteúdo: 47653
Catalogação:  24/04/2020 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=47653@1
Referência [fr]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=47653@3
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.47653

Resumo:
Esta tese, como um exercício crítico de leitura e escrita, gira em torno da noção de resto e de outras palavras que com ela se relacionam, partindo das figuras do catador e do trapeiro para refletir sobre o processo criativo como ato que aproxima artistas e pesquisadores daqueles que trabalham com o que é descartado, rejeitado e esquecido. Para tanto, apresento uma coleção de fragmentos que versam sobre o gesto de catar a partir da obra da escritora Carolina Maria de Jesus, derivando incialmente do seu conhecido Quarto de despejo para debruçar-me sobre o livro Diário de Bitita. A ênfase na obra em questão, na qual a autora narra cenas de sua infância, parte do mote benjaminiano de acolhimento das sobras e restos das narrativas oficiais, para que, tal como as crianças, possamos fazer história através do lixo da história. O lugar da infância que o Diário nos convida a visitar aproxima ainda a atividade de catadora dos devires criança e trapeira e motiva o diálogo com outros artistas e teóricos para uma conversa sobre resto e resistência, literatura e excremento, lixo e memória. Entre um e outro texto, como respiros, fragmentos inventados ao longo do caminhar da pesquisa são também costurados ao trabalho. Esses textos variam em forma e conteúdo e apresentam lampejos de memória, notas sobre o processo de pesquisa, atravessamentos do momento político que estamos vivendo e invenções biográficas. Compondo um modo crítico-ficcional de pensar a criação artística pela recolha de objetos, memórias e pensamentos, esse movimento pretende, por fim, interrogar-se também sobre o próprio fazer acadêmico, expandindo as noções de catação e coleção para um movimento de observar, escolher e recolher constitutivo do processo de pesquisa.

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