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Coleção Digital

Avançada


Formato DC



Título: ASPECTOS DO LUTO NO ENSINO DE LACAN
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): JULIANA DE FARIA CARAMORE

Colaborador(es):  OCTAVIO ALMEIDA DE SOUZA - Orientador
Número do Conteúdo: 4764
Catalogação:  12/04/2004 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=4764@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=4764@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.4764

Resumo:
O objetivo desta dissertação é o estudo do tema do luto na obra de Lacan. É com este intuito que se pretende desenvolver alguns aspectos do luto no ensino lacaniano. Lacan aborda o luto do ponto de vista do ato, o ato inibido. Assim, pode-se tomar como exemplo Hamlet, personagem que se encontra numa relação problemática com seu ato, em função de seu desejo. Ele não consegue cumprir a missão que lhe foi atribuída, Hamlet só consegue realizar seu ato, quando conclui o trabalho de luto, recuperando seu desejo. A dissertação se desenvolve partindo da formulação freudiana de que a perda exige a realização de um luto, sendo que este luto pode ser realizado naturalmente, com o tempo, sem qualquer intervenção o que seria o luto normal. De outro modo, o luto desencadeado pode não alcançar um fim espontâneo, permanecendo travado. Nessa situação, o luto irá se transformar em luto patológico. Lacan demonstra que o enlutado encontra-se numa posição problemática com relação ao desejo do Outro, assim, a dificuldade do luto se relaciona à perda da possibilidade de saber que objeto era para o desejo do Outro. Para Lacan, o que está implicado no trabalho de luto é a manutenção dos vínculos por onde o desejo está suspenso. Para se chegar ao desejo, há o tempo da angústia, a angústia aqui é a angústia da castração. Quanto mais angústia, mais inibição, menos trabalho de luto. A direção do tratamento analítico do enlutado seria transformar o luto patológico em trabalho de luto, transformar inibição em desejo.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT E SUMÁRIO  PDF  
INTRODUÇÃO  PDF  
CAPÍTULO 1  PDF  
CAPÍTULO 2  PDF  
CAPÍTULO 3  PDF  
CONSIDERAÇÕES FINAIS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  PDF  
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