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Título: A SINGULARIZAÇÃO DO SER-AÍ NA OBRA SER E TEMPO DE HEIDEGGER
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): BEATRIZ BELPOMO QUINTANILHA

Colaborador(es):  PAULO CESAR DUQUE ESTRADA - Orientador
MARCELO DA SILVA NORBERTO - Coorientador
Número do Conteúdo: 46598
Catalogação:  27/01/2020 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=46598@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=46598@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.46598

Resumo:
A Singularização do ser-aí na obra Ser e Tempo de Heidegger procura traçar os passos do ser-aí desde a compreensão prévia do si-mesmo primordialmente mergulhado no modo do impessoal e sob sua mediana tutela guiado, até o resgate do ser-aí [impessoalmente (impropriamente) decaído de si mesmo] de volta ao [seu] próprio ser através e a partir da perspectiva imprópria essencialmente característica do meio ao qual em sendo o ser-aí já sucumbiu - a medianidade cotidiana que rege o modo impessoal de ser si-mesmo do ser-aí. Satisfeito ontológica e propriamente (existencial e fenomenologicamente) o angustiante recolhimento do ser-aí do anonimato [de volta] ao seu próprio ser [si-mesmo], prosseguimos o percurso rumo à singularização deste ente em sentido ôntico, tendo que para isso lançá-lo uma vez mais ao esquecimento cotidiano de si, agora, porém, enquanto seu próprio estar-lançado ou poder-ser: enquanto eu, propriamente.

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