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Título: POR QUE ELAS SE SEPARAM: O FIM DA CONJUGALIDADE NA TRANSIÇÃO PARA A PARENTALIDADE
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): MARIANA REIS BARCELLOS

Colaborador(es):  TEREZINHA FERES CARNEIRO - Orientador
Número do Conteúdo: 45786
Catalogação:  22/10/2019 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=45786@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=45786@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.45786

Resumo:
O presente estudo teve como objetivo investigar o fim da conjugalidade na transição para a parentalidade, a partir da vivência feminina. Como referencial teórico, nos embasamos na psicanálise, na abordagem sistêmica e em estudos psicossociais, de modo a abarcar o fenômeno em suas dimensões psicodinâmicas, relacionais e sociais. Realizamos uma pesquisa qualitativa, por meio de entrevistas com roteiro semiestruturado, com 12 mulheres das camadas médias cariocas, com idades entre 30 e 40 anos. Para analisar os dados utilizamos o método de análise de conteúdo na sua vertente categorial. Emergiram dez categorias das narrativas: dependência absoluta e ilusão de onipotência, relativas ao período da formação do casal; conflitos conjugais pré-existente, tristeza e depressão na gravidez e sentimentos de rejeição, relativas ao período da gravidez; filho e primeiros cuidados, e, motivações para a separação, relativas ao período após o nascimento do primeiro filho; paternidade após a separação conjugal, adaptação ao novo arranjo familiar e imaginário social, relativas ao período após a separação conjugal. As percepções relatadas ressignificaram as experiências passadas e apontaram que as motivações para a separação na transição para a parentalidade se manifestaram desde a formação do casal conjugal, sendo percebidas na gravidez e nas primeiras relações com o filho. Seus efeitos apresentaram-se complexos e repercutiram em todos os membros da família, individual e coletivamente.

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