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Título: ARTE COMO CAMPO DE DISPUTA: A POLÍTICA CULTURAL NORTE-AMERICANA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Autor: ISABELA FERRARI INTERLENGHI
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Colaborador(es):  MAURICIO BARRETO ALVAREZ PARADA - ORIENTADOR
Nº do Conteudo: 44101
Catalogação:  22/08/2019 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo:  TEXTO Subtipo:  TRABALHO DE FIM DE CURSO
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=44101@1
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.44101

Resumo:
O principal objetivo da presente pesquisa é entender como o discurso norte-americano de precaução com o próprio patrimônio cultural se transformou numa atitude de intervenção na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, sob o argumento de recuperação e preservação dos recursos culturais europeus. Para tal, buscamos analisar como se deu a criação da Roberts Commission e quais foram suas principais atividades nos Estados Unidos e na Europa. Assim tentamos confirmar a hipótese de que as estratégias norte-americanas de precaução com seu próprio patrimônio cultural e sua intervenção na Europa também implicavam ideologias específicas, ou seja, a política cultural norte-americana fazia parte do seu discurso de guerra. Por fim, a partir da observação de que a arte e o patrimônio cultural foram instrumentos ativos de poder durante a Segunda Guerra, tentaremos mostrar que se criou um vocabulário político específico em torno do tema da proteção de objetos culturais durante a guerra.

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