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Título: O QUE AS CRIANÇAS FALAM, ESCUTAM E PRATICAM DE RELIGIÃO NA ESCOLA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ROSIANE BRANDÃO SIQUEIRA

Colaborador(es):  SONIA KRAMER - Orientador
ALEXANDRA COELHO PENA - Coorientador
Número do Conteúdo: 43624
Catalogação:  16/08/2019 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=43624@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=43624@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.43624

Resumo:
Com o objetivo de pesquisar o cotidiano das crianças, suas interações com seus pares e com adultos no espaço escolar, dentro e fora de sala de aula (nas horas vagas, no recreio e nos eventos fora da escola), esta dissertação busca conhecer e escutar, na perspectiva filosófica do diálogo de Martin Buber e da linguagem de Mikhail Bakhtin, o que as crianças escutam, praticam e falam sobre a religião. As contribuições dos estudos da infância, como campo interdisciplinar de conhecimento que fornece elementos para pensar a infância e a criança no âmbito das Ciências Humanas e Sociais, possibilitam problematizar as condições que a contemporaneidade tem oferecido ao diálogo e às relações entre criança-criança/ adulto-criança, tendo na criança a sua centralidade. Nesse sentido, a criança é compreendida como pessoa ativa e participante de um grupo, e seus espaços de interação, compreendidos como influídos por suas ações. Entrevistas e observações abriram caminhos para compreender estas formas de interações e de ações. Importante destacar que um dos grandes desafios da observação com crianças se dá justamente em reconhecer sua inteireza enquanto sujeitos de suas ações; ou seja, observá-las como indivíduos que não somente são influenciados, mas influenciadoras dos diálogos. Desse modo, para construir a ponte entre pesquisador e os participantes, o diálogo e a presença foram caminhos possíveis e fundamentais na construção da relação entre sujeitos, o que implica o desafio da alteridade, do conhecimento e do reconhecimento do outro. Isto exige atenção, presença para ouvir, ver, perceber, sentir, vincular-se, disponibilizar-se, acolher, ações essenciais no estudo dos fenômenos humanos e que orientaram as observações das interações, entrevistas e rodas de conversa, com escuta e olhar atentos, no intuito de registrar os modos como a religião, incorporada às múltiplas linguagens dos sujeitos que circulam no ambiente escolar, aparece em seu cotidiano.

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