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Título: REPRESENTAÇÕES NÃO-FIGURATIVAS DA DOR
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): LUIZ CARLOS COELHO DE OLIVEIRA

Colaborador(es):  ANA PAULA VEIGA KIFFER - Orientador
HELENA FRANCO MARTINS - Coorientador
Catalogação:  03/04/2019 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=37593@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=37593@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.37593

Resumo:
Esta dissertação investiga modos discursivos não figurativos de apresentação da dor para, a partir disso, dar a ver possíveis modalidades enunciativas de auto-expressão que, mesmo reagindo a uma crise da representação, põem em questão uma acepção de real enquanto irrepresentável. O estudo se debruça sobre escritos de três autores que no século XX responderam com diferentes ênfases à questão aqui abordada: Ludwig Wittgenstein, Antonin Artaud e Henry Miller. A problemática que se desenha nesse trabalho é provocada pela predileção de Wittgenstein pelo tema da dor em suas Investigações Filosóficas no tratamento do argumento da linguagem privada. Wittgenstein, nesse ponto, incita a uma reflexão que se dirija às manifestações de linguagem relativas à dor, que não sendo a representação de um mundo interior do indivíduo, constituem comportamentos exercitados em determinados jogos de linguagem que lhes dão pertinência. ―Como posso, pois, querer colocar a linguagem entre a dor e a manifestação da dor? (IF, 245). Em um primeiro momento, empreende-se uma reflexão que, a partir das advertências de Wittgenstein, dirigida a questionar uma defesa do irrepresentável, busca uma leitura dos modos discursivos do próprio Wittgenstein para a apresentação de ocasiões em que a expressão da dor pela linguagem não sendo sua representação é um comportamento perante a dor. E, num segundo momento, uma leitura de obras de Antonin Artaud e Henry Miller cujo tratamento da dor, em perspectiva dessa leitura de Wittgenstein, apresenta modalidades discursivas empenhadas numa expressão não figurativa e avessas a uma acepção do real como irrepresentável.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT, SUMÁRIO, LISTAS, EPÍGRAFE  PDF
INTRODUÇÃO  PDF
CAPÍTULO 1  PDF
CAPÍTULO 2  PDF
CAPÍTULO 3  PDF
CAPÍTULO 4  PDF
CONCLUSÃO  PDF
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  PDF
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