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Título: A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): GABRIELA LERER

Colaborador(es):  ALEXANDRA COELHO PENA - Orientador
Número do Conteúdo: 36660
Catalogação:  08/02/2019 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  MONOGRAFIA DE ESPECIALIZAÇÃO
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=36660@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=36660@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.36660

Resumo:
A história da Educação Infantil nasceu imbricada com a história social da humanidade. Um importante marco nesta relação foi estabelecido com o início da Revolução Industrial, a partir deste momento as relações humanas sofreram transformações sem precedentes. O novo modelo de produção gerou pressões para que as mulheres tomassem lugar nos novos empregos oferecidos pelo mercado industrial, com isso, a educação da criança, que antes era responsabilidade das famílias e da comunidade que a cercava, precisou ser delegada às escolas. Neste período, para suprir a demanda apresentada pelo mercado de trabalho, iniciaram-se a construção de pré-escolas e creches, porém sem pedagogias pré-estabelecidas e uma legislação que as alicerçasse. No Brasil, só em meados dos anos 80, a legislação avança a fim de iniciar o estabelecimento de diretrizes pedagógicas para educação infantil. Paralelamente, neste contexto de industrialização, acirrou-se o mercado de consumo, caracterizando, conseqüentemente, novos hábitos às famílias e toda população. O processo de urbanização aferra a dicotomia homem x natureza, e as pré-escolas que nascem deste modelo, transmitem este pensamento em sua relação com os alunos, constituindo uma crise civilizatória onde crianças nascem envoltas de um cenário sintético e impedidas, cada vez mais, de realizar o livre brincar em espaços externos, junto à natureza e com o seu próprio corpo. Neste sentido, esta pesquisa procura averiguar o contexto desta ruptura nos primeiros anos de vida do individuo – idade em que a criança esta construindo a percepção de si e do mundo que a cerca – buscando refletir a importância do contato criança x natureza e se essa relação pode ser estabelecida dentro das escolas contemporâneas. O presente estudo ocorreu a partir investigações bibliográficas e de percepções realizadas dentro de uma escola particular localizada no município do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, dentro da aula de Interação Ambiental.

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