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Título: GESTÃO AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO DE USINAS HIDRELÉTRICAS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): CLAUDIA BARROS MONICA

Colaborador(es):  LUIZ FELIPE GUANAES REGO - Orientador
Número do Conteúdo: 35674
Catalogação:  26/11/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  MONOGRAFIA DE ESPECIALIZAÇÃO
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35674@1
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.35674

Resumo:
O presente estudo tem como objetivo abordar os impactos sócio-ambientais provocados pela construção de usinas hidrelétricas e como a gestão ambiental pode traçar ações mitigatórias e implantação de Programas Ambientais, visando diminuir os danos ao meio ambiente e às populações envolvidas. Entre os danos causados, podemos citar os impactos físicos, como a diminuição da correnteza do rio, alterando a dinâmica do ambiente aquático, alterando o fluxo de sedimentos, favorecendo a deposição desses sedimentos no ambiente lótico. Além disso, a temperatura do rio também é alterada, tendendo a dividir o lado da represa em dois ambientes: o primeiro, onde a temperatura é mais baixa (o fundo do lago); o segundo, onde a temperatura é mais alta (superfície do lago). Tal fato provoca outros impactos, uma vez que, a disposição da temperatura da água diminui a mistura da água no ambiente represado, criando condições anóxicas e privilegiando a eutrofização do mesmo, além de ocorrerem reações químicas que geram compostos nocivos ao meio ambiente e, consequentemente, aos seres humanos; sendo estes os principais impactos químicos relatados. Existem também, os impactos biológicos relacionados à barreira física representada pela barragem para as espécies aquáticas. A barragem constitui um fator de isolamento das populações aquáticas, antes em contato. Além disto, a barragem impede ou dificulta a piracema das espécies de peixes. A transformação e consequente interferência na dinâmica do rio, bem como as alterações provocadas na qualidade da água atingem tanto a região a montante, quanto a jusante da barragem. Estes impactos, via de regra, afetam a biodiversidade do rio. A construção de uma usina hidrelétrica, juntamente com o lago formado e os impactos supracitados, repercute socialmente, na região onde o projeto está sendo implantado; e, além dos limites deste também.

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