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Título: PRIMEIRA PÁGINA: DO GRITO NO PAPEL AO SILÊNCIO NO JORNALISMO EM REDE
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ADRIANA BARSOTTI VIEIRA

Colaborador(es):  LEONEL AZEVEDO DE AGUIAR - Orientador
Número do Conteúdo: 35380
Catalogação:  16/10/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE      trabalho premiado
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35380@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35380@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.35380

Resumo:
Do grito no papel ao silêncio no jornalismo em rede, primeiras páginas e home pages expressam dois momentos do jornalismo. Manchetes costumavam seduzir o público nas ruas, contribuindo para o agendamento da sociedade e para a construção da memória, mas hoje a invisibilidade ameaça as home pages. É por links nas redes sociais e mecanismos de busca - ambientes regidos por algoritmos, e não por valores-notícia - que a maioria da população se informa. Para refletir sobre essas duas fases do jornalismo, a tese primeiro mapeia o surgimento da primeira página moderna no Brasil em cinco jornais: Jornal do Brasil, Gazeta de Notícias, O Paiz, Correio do Povo e O Estado de S.Paulo. Em seguida, revela os resultados de estudos etnográficos em duas redações - O Globo e O Estado de S. Paulo - e de análise de conteúdo comparativa de notícias dos três principais jornais de referência do país - Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo - nas redes sociais e em suas primeiras páginas. Apresenta ainda 26 entrevistas em profundidade com editores e ex-editores de primeiras páginas e home pages. Com base na premissa que a crise do jornalismo é fruto da crise da modernidade, o objetivo foi investigar rupturas e continuidades nas práticas jornalísticas. Os resultados revelam que os jornalistas se preocupam com os efeitos da fragmentação na leitura sobre a configuração da agenda e da memória social. Para alcançar o público, eles têm adotado novas rotinas produtivas, publicando notícias propagáveis nas redes sociais, entre outras práticas. Por outro lado, continuam acreditando no compromisso com a prestação de serviço público e com o agendamento da sociedade.

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