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Título: A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO: EMANCIPAÇÃO OU PRECARIZAÇÃO?
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): MARIANA ALEJANDRA ROEDEL S TORO

Colaborador(es):  REGINA CELIA DE MATTOS - Orientador
Número do Conteúdo: 35169
Catalogação:  21/09/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35169@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35169@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.35169

Resumo:
Pensar hoje na questão da emancipação feminina talvez possa parecer em um primeiro momento, para muitas mulheres, uma tarefa mais fácil do que há algumas décadas anteriores, na medida em que a entrada da mulher no mercado de trabalho e a conquista de direitos até então não reconhecidos, trazem uma sensação de maior liberdade e controle sobre suas vidas e escolhas. O presente trabalho tem como objetivo analisar se a inserção da mulher no mercado de trabalho pode ser considerada um caminho de sua emancipação e relativa autonomia. De fato, para muitas mulheres, a entrada no mercado de trabalho lhes possibilitou concretamente uma maior inserção como consumidoras, e de certa forma sua independência econômica. Porém, ao analisarmos essa inserção podemos constatar que em grande parte as mulheres vivenciam cargos, funções e salários inferiores aos dos homens, sendo muitas vezes submetidas a situações precárias de trabalho. Assim, percebemos que ao longo das últimas décadas, ocorreu de fato uma crescente feminização da pobreza, acentuada pela cor de sua pele, classe social e as assimétricas relações patriarcais de gênero, traduzidas na imputação de duplas e triplas jornadas de trabalho, reforçando a divisão sexual do trabalho. Tais condições sociais se agravam quando essas mulheres têm de enfrentar condições insalubres e de violência para a reprodução de sua vida e de sua família como as existentes nos espaços segregados de nosso país.

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