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Título: A HERMENÊUTICA FILOSÓFICA COMO PRÁXIS
Autor: RODRIGO VIANA PASSOS
Instituição:  -
Colaborador(es):  -
Nº do Conteudo: 34405
Catalogação:  13/07/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo:  TEXTO Subtipo:  ARTIGO
Natureza:  PUBLICAÇÃO
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=34405@1
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.ANA.34405

Resumo:
A hermenêutica filosófica de Gadamer se funda no horizonte ontológico e histórico da compreensão. Porém, uma das contribuições mais importantes trazidas por suas reflexões em Verdade e Método é a correlação entre a hermenêutica e a filosofia prática aristotélica, repensando dois conceitos-chave: práxis e phronesis. Influenciado pelas intelecções de Heidegger sobre o estagirita, encontra no livro VI da Ética a Nicômaco uma luz para o caráter fundamental do pensar e do agir humanos como sabedoria prática, que implicaria na forma como se compreende o mundo circundante. No que Aristóteles chamaria de conhecimento de si mesmo para o agir ético visando o bem comum, Gadamer encontrará o sentido para a autocompreensão, que é um dos momentos necessários para qualquer atividade hermenêutica. É a dimensão ético-política o seio mais próprio de racionalidade do homem. Acreditamos que com isso Gadamer pretende resgatar o papel da razão prática em detrimento de uma que se constitua de maneira puramente lógica e formal, desvinculada do mundo da vida em comum e de suas exigências sempre novas. Com efeito, o ser-aí (Dasein) sempre se vê antecipado por um mundo linguisticamente interpretado e legado na história. É a partir dessa tradição que o humano se posiciona compreensivamente frente às coisas, mas na medida em que as coisas mesmas pedem de sua práxis um agir compatível com suas exigências concretas. Pensar a hermenêutica nesses termos é realçar que o ser humano é inafastavelmente com os outros em suas atividades mais constitutivas. Não é apenas dizer que o mundo humano, com todas as suas produções culturais é ético e histórico, mas também que o próprio compreender é práxis histórica realizadora e atualizadora de sentido. Ocupar-nos-emos, portanto, de explicitar de que maneira Gadamer reabilita a filosofia prática aristotélica para que ela exerça um papel central no interior de sua hermenêutica filosófica, afastando-a de um horizonte meramente metodológico.

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