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Título: O PLANO PILOTO DE NEY GABRIEL DE SOUZA, CEILÂNDIA: UM LUGAR, UMA CENTRALIDADE: UMA SOLUÇÃO OU A CONQUISTA DA CIDADE?
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): DAVID KLEBER SOMBRA PIMENTEL

Colaborador(es):  OTAVIO LEONIDIO RIBEIRO - Orientador
Catalogação:  25/05/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=34004@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=34004@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.34004

Resumo:
Constata-se uma injusta lacuna na história urbana de Brasília, em que muito se estuda o Plano Piloto de Lucio Costa e pouco se elabora sobre planos urbanos de Cidades-Satélites como Ceilândia, por exemplo, que ajudam a compreender sob outros aspectos a história da metrópole de Brasília. Diante de tal constatação, esta dissertação propõe uma análise urbanística do Plano Piloto de Ceilândia projetado pelo arquiteto Ney Gabriel de Souza, conjuntamente com reflexões acerca dos conceitos sócio-espaciais para melhor entendimento a respeito do direito à cidade. Tal imbricação analítica tem estreita ligação com história de Ceilândia, que - criada entre 1969 e 1971, e por meio da Campanha de Erradicação de invasões a sigla CEI lhe serviu de base para o nome - resultou de emblemático momento de segregação sócio-espacial da história intra-urbana de Brasília. Neste processo, cerca de 83 mil pessoas foram removidas para mais de trinta quilômetros do coração do Plano Piloto de Lucio Costa, por meio de uma detalhada política de desterritorização de indesejadas favelas. Houve até mesmo a intrigante justificativa de que estas invasões se alocavam dentro do Anel Sanitário de Brasília. Assim, a análise empreendida parte de abordagem ancorada na prática urbanística, com subjacentes reflexões acerca de conceitos empregados pelos estudos sócio-espaciais. Neste sentido, busca-se abordar o urbano de Ceilândia falando como que de dentro para fora, e explorando tensões conceituais de discursos hegemônicos. Sobretudo o da engessante dicotomia centro-periferia, ao qual - mesmo diante dos seus mais de quatrocentos mil habitantes atuais - Ceilândia tende de ser colocada sempre do lado de lá da questão. No que tange o desenho da cidade,análises sobre as práticas projetuais na conformação dos espaços, elaboradas com minúcia, permitirão elucidar as intenções do Piloto de Ney Gabriel. Buscando, sempre que possível, a auto representação ceilandense na apropriação do plano urbanístico. A partir de revisões bibliográficas, materiais iconográficos e jornalísticos, a análise tem como foco as diretrizes do projeto original dos anos 70.

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