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Título: VIDAS À DERIVA: SENSIBILIDADES, MARGINALIDADE E IMAGENS DO URBANO EM OZUALDO CANDEIAS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): NAYHD BARROS DE SOUZA

Colaborador(es):  ANTONIO EDMILSON MARTINS RODRIGUES - Orientador
Número do Conteúdo: 32658
Catalogação:  12/01/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=32658@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=32658@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.32658

Resumo:
Este trabalho investiga, por meio da análise do filme A Margem (1967), dirigido e roteirizado por Ozualdo Candeias, cineasta ligado à experiência criativa da Boca do Lixo, as sensibilidades e imagens do urbano construídas pela obra. Em meio a isso, busca-se entender como a experiência da marginalidade encontra-se figurada pelo mundo fílmico e pode orientar nosso olhar para diferentes vivências da cidade. A partir do diálogo entre o cinema e o saber histórico, pretende-se refletir sobre a problemática da modernidade e dos processos de modernização representados pela narrativa, no diálogo com as imagens do urbano e com a figura do marginal que vaga pelas beiras da metrópole. O filme dialoga com o imaginário sobre o urbano de seu tempo e desenvolve também um ponto de vista singular sobre a experiência urbana, suas tensões, fissuras e fragilidades. Em um primeiro momento, é entendido a partir da dimensão de objeto artístico, enredado em uma teia de relações que vão desde seu contexto de produção, incluindo as relações com o que viria a ser chamado de cinema marginal, até suas conexões com outras tramas narrativas do Cinema e da Literatura. No segundo capítulo, a partir da análise de sequências do filme, persegue-se as sensibilidades construídas pela obra, constituída por uma profunda conexão entre melancolia, amor e loucura. A ideia é perceber como esses afetos redimensionam as imagens de urbano e nos levam, inclusive a concluir a dimensão alegórica do filme. Por fim, no terceiro capítulo, conclui-se a análise da obra, apontando diferentes visões de cidade que conformam a experiência do homem urbano, representado pelo sujeito à margem perdido entre a vida e a morte, que vaga melancolicamente entre uma metrópole monstruosa e uma margem redentora.

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