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Título: CONDIÇÕES DO MERCADO DE TRABALHO E DESIGUALDADE DE GÊNERO: EVIDÊNCIA DA LIBERALIZAÇÃO COMERCIAL BRASILEIRA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): GIOVANNA RIBEIRO PAIVA DE SOUZA

Colaborador(es):  GABRIEL LOPES DE ULYSSEA - Orientador
Catalogação:  19/10/2017 Idioma(s):  INGLÊS - ESTADOS UNIDOS

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=31785@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=31785@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.31785

Resumo:
Esse artigo estuda o efeito de um choque grande e plausivelmente exógeno induzido pelo comércio sobre a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Nos anos 1990, o governo brasileiro decidiu reduzir as tarifas de importação, induzindo uma liberalização comercial grande e de uma vez por todas, com efeitos heterogêneos entre as economias locais. Usando Censos Decenais brasileiros, eu estimo efeitos de médio (1991-2000) e longo (1991-2010) prazos desse choque sobre os resultados do mercado de trabalho separadamente por gênero e suas consequências para a desigualdade de gênero. Eu forneço um modelo conceitual de segregação ocupacional para racionalizar os resultados. Finalmente, também examino potenciais implicações desse choque para o mercado de casamentos e a acumulação de capital humano dos indivíduos. Os resultados apontam que, no médio prazo, em regiões mais afetadas, houve um aumento no diferencial salarial por gênero e as mulheres enfrentaram proporcionalmente maior aumento no não-emprego em comparação com os homens. No longo prazo, as perdas de emprego permaneceram no setor de bens comercializáveis, mas na economia como um todo elas desapareceram, enquanto o diferencial salarial entre homens e mulheres diminuiu no setor de não comercializáveis. Além disso, tanto no médio como no longo prazo, houve um aumento na acumulação de capital humano, ao mesmo tempo em que a parcela de mulheres casadas e que têm filhos diminuiu. À luz do modelo, esses resultados enfatizam a importância de se prestar atenção não só à desigualdade salarial, mas também à distribuição desigual dos gêneros entre as ocupações.

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