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Título: JUNHO DE 2013: A EXPRESSIVIDADE IMAGÉTICA E SONORA DOS MANIFESTANTES COMO FRATURA NA COMUNICAÇÃO E DISPARADORA DA IMAGINAÇÃO POLÍTICA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): MARIA DEL-VECCHIO BOGADO

Colaborador(es):  FREDERICO OLIVEIRA COELHO - Orientador
HELENA FRANCO MARTINS - Coorientador
Número do Conteúdo: 31087
Catalogação:  18/08/2017 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=31087@1
Referência [fr]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=31087@3
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.31087

Resumo:
O presente trabalho se debruça acerca dos elementos expressivos contidos no ciclo de manifestações iniciadas no Brasil em junho de 2013. Compreende-se este evento como um acontecimento político que fricciona a linguagem comum e dispara processos de subjetivação vinculados a um uso singular da imagem e do som. Destacam-se os registros audiovisuais produzidos por manifestantes de um ponto de vista interno aos embates travados com a polícia; e sonoros, tendo em vista a materialidade do som proferido pelas vozes dos manifestantes, para além do significado que exprimiam. Nota-se que as imagens e sons dos manifestantes extrapolavam os limites semânticos da palavra tanto quanto os limites figurativos da imagem, escapando, em certa medida, ao regime comunicativo e informacional do debate midiático. Aqui, busca-se uma aproximação com o que na imagem seria tido como falha e o que no som seria tido como ruído. Os borrões da imagem, assim como a própria ressonância do som podem ser tomados como disparadores para a imaginação política. Para esta elaboração, leva-se em conta: a noção de acontecimento proposta por Gilles Deleuze e Félix Guattari, a distinção entre polícia e política em Jacques Rancière, o pensamento acerca da materialidade da imagem em Georges Didi-Huberman, assim como do som em Jean-Luc Nancy, e as noções de subjetivação que atravessam o trabalho desses filósofos com fortes pontos em comum. Em diálogo com esta reação teórica à experiência de 2013, também constitui a dissertação uma reação poética, com a apresentação de um longo poema que busca encenar a relação com o som, com as imagens e os processos de subjetivação que se pensaram aqui.

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