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Título: O HOMEM É O BOBO DO HOMEM: DIACRONIA DO HUMOR NA POESIA BRASILEIRA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): HENRIQUE RODRIGUES PINTO

Colaborador(es):  GILBERTO MENDONCA TELES - Orientador
Número do Conteúdo: 29991
Catalogação:  16/05/2017 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29991@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29991@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.29991

Resumo:
Poesia e humor são duas possibilidades distintas de se deslocar as palavras e produzir um efeito estético. Historicamente, o recurso do riso esteve presente de diversas formas nos modelos de criação poética. A sublimação poética, na literatura brasileira, lançou mão da irreverência em diferentes contextos sociais e culturais, seja para um ataque mordaz a indivíduos ou instituições, seja para se construir um projeto de modernização das letras, seja para estimular o questionamento das verdades estabelecidas. Busca-se aqui investigar essas possibilidades de diálogos entre poesia e humor em três episódios diferentes da literatura brasileira: na poesia satírica de Emílio de Menezes, cujos sonetos se converteram em armas afiadas; na presença do humor como recurso presente no Modernismo, especialmente na obra de autores como Oswald de Andrade e no trabalho do Barão de Itararé; e na lucidez provocativa de Millôr Fernandes, artista que observou criticamente por meio do humor as transformações sociais ocorridas no século XX.

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