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Título: O QUE PODE O ENCONTRO ENTRE O FEMINISMO E O MARXISMO?: A EXPLORAÇÃO DAS MULHERES NA REPRODUÇÃO DO CAPITAL E SUAS RESISTÊNCIAS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): CARLA DA CUNHA DUARTE FRANCISCO

Colaborador(es):  RODRIGO GUIMARAES NUNES - Orientador
Número do Conteúdo: 29417
Catalogação:  16/03/2017 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29417@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29417@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.29417

Resumo:
Essa dissertação pretende debater o encontro entre feminismo e marxismo, a partir da análise central da Campanha Internacional Salários pelo Trabalho Doméstico, que tomou forma na década de 1970. A atual relevância da produção teórica e atividade política dessas feministas se dá na medida em que contribui para uma crítica da situação das mulheres no contexto de sua inserção no sistema capitalista, ou seja, das relações que se estabelecem entre elas e o capital. Segundo as autoras cujos trabalhos serão fundamentais para esta dissertação, no capitalismo, a posição social da mulher está atrelada, em boa medida, a sua exploração invisibilizada na esfera da reprodução social – aquela que engloba tudo que é necessário à reprodução da classe trabalhadora em sua condição de dependência e subordinação – da qual o modo de produção capitalista é dependente. Essas análises se desenvolveram à luz dos debates sobre a exploração do trabalho doméstico e sexual das mulheres no interior da família e perderam sua força desde a chamada virada neoliberal. A partir da década de 80, a agenda feminista se concentraria cada vez mais em pautas liberais, refletindo uma política individualista e abandonando, em boa medida, os debates em torno dos efeitos que a reorganização mundial da reprodução social, nesse período, impunha sobre os corpos e as subjetividades femininas. Acreditamos que, sem atentar para essas questões, arrisca-se a manter um feminismo que cuide sempre de sintomas, entendendo-os como a raiz dos problemas.

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