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Título: EXPERIMENTAÇÃO EM DESIGN COMO ESTRATÉGIA NO CENÁRIO DA AUTOPRODUÇÃO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ERICO FRANCO MINEIRO

Colaborador(es):  CLAUDIO FREITAS DE MAGALHAES - Orientador
Número do Conteúdo: 29360
Catalogação:  09/03/2017 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29360@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29360@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.29360

Resumo:
O contexto pós-industrial, marcado pelo advento de uma crescente disponibilidade tecnológica, tem favorecido a emergência de novas práticas de design. Contudo, o corpo de conhecimentos do campo se encontra deslocado em relação à estas mudanças recentes. O objetivo deste trabalho é a produção de conhecimentos que auxiliem a compreensão de práticas emergentes da experimentação em design pós-industrial, em especial no cenário da autoprodução, por meio da identificação e caracterização de elementos que constituem a experimentação, determinantes para as práticas de design. Propõe-se que uma abordagem de design baseada na experimentação seria adequada para práticas pós-industriais de ruptura. Reflexões a partir da revisão da literatura, em especial das correntes teóricas da prática reflexiva de Schon e da gestão de desenvolvimento de produtos e serviços, permitiram o delineamento de um quadro de referência preliminar para a experimentação em design. A partir de uma revisão sobre o tema design estratégico, que alcança avanços recentes e teorias da estratégia pouco exploradas junto ao campo do design, é proposta uma abordagem de design estratégico pós-industrial baseada na configuração de recursos para a experimentação, produzida ao longo do tempo e das práticas, e, portanto, junto à experimentação, de modo que estratégias em design sejam adequadas mesmo a processos pouco estruturados. Um esforço de mapear a disponibilidade tecnológica que marca o contexto pós-industrial atual e o cenário da autoprodução revela três eixos tecnológicos para a experimentação em design: fabricação digital, interfaces físicas computacionais e sistemas paramétricos e generativos. Foi conduzido um estudo de casos múltiplos junto a oito grupos criativos. Proposições teórico-conceituais são elaboradas junto à triangulação de evidências empíricas (primárias e secundárias). A partir da confrontação entre estas proposições e a revisão da literatura foi produzido um quadro de referência teórico-conceitual para a experimentação em design pós-industrial. Este quadro de referência, bem como a caracterização dos elementos que o constituem, deve servir a propósitos descritivos e analíticos das práticas de experimentação em design pós-industrial. Por outro lado, um caráter instrumental é atribuído ao quadro de referência pela proposição de que estratégias de experimentação pós-industrial sejam produzidas a partir destes elementos e orientadas por uma mentalidade flexível, que pode ser pensada a partir de três linhas não excludentes: a experimentação para a produção de sentido, em resposta à falácia do controle; a experimentação como jogo fluido, em resposta à falácia da eficiência; e, a experimentação conscienciosa, como resposta ao determinismo e à alienação dos processos de trabalho.

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