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Título: PARENTALIDADE E FILIAÇÃO ADOTIVAS: O QUE REVELAM E O QUE OCULTAM AS NARRATIVAS DOS PAIS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): REBECA NONATO MACHADO

Colaborador(es):  TEREZINHA FERES CARNEIRO - Orientador
Número do Conteúdo: 29008
Catalogação:  06/02/2017 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29008@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29008@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.29008

Resumo:
A presente pesquisa teve como objetivo geral investigar a vivência de pais adotivos em relação à parentalidade e à filiação, no período da adolescência de seus filhos adotivos. Buscou-se compreender que questões relacionais se atualizam na adolescência dessas crianças que sofreram vicissitudes tão específicas, como a descontinuidade do convívio com seus genitores. A fundamentação teórica do estudo foi estruturada a partir de três eixos temáticos. O primeiro focalizou a família como uma entidade genealógica cuja constituição psíquica se organiza a partir dos processos da parentalidade e da filiação, entrelaçando as noções de narcisismo, complexo de Édipo e Interdito. No segundo eixo temático foi discutido o processo de adoção e suas repercussões psíquicas, tanto na perspectiva dos pais, quanto dos filhos, ressaltando-se a questão da elaboração dos lutos, sobretudo em relação a descontinuidades referente aos laços biológicos, e a presença do mito de origem nas famílias adotivas. O terceiro eixo correspondeu ao entendimento da adolescência como um evento intersubjetivo, que se configura como estruturante tanto para o sujeito adolescente, como para sua família. Foi desenvolvido um estudo de campo a partir de entrevistas semiestruturadas com dez sujeitos independentes, oito mães e dois pais adotivos, todos pertencentes às camadas média e alta da população do Estado do Rio de Janeiro. Os filhos adotivos desses sujeitos se encontravam no período da adolescência, entre os 13 e 18 anos. Para a análise das entrevistas, foi utilizado o método de análise de conteúdo. Dos dados obtidos, emergiram sete categorias de análise: motivações manifestas e latentes, informações sobre a adoção, mito de origem, identificação e identidade, rede de apoio, parentalidade na adolescência e, por fim, o insondável. Os resultados mais significativos ressaltaram a presença da ambiguidade na parentalidade e na filiação, a dificuldade de legitimar a parentalidade adotiva, assim como uma forte desconsideração da existência de um registro das experiências primitivas do bebê. Um fator encontrado, que se mostrou muito produtivo, foi a sensibilidade dos pais em reconhecer a curiosidade do filho sobre sua origem e a sensação de duplo pertencimento.

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