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Título: ABRAM ALAS PARA ELA PASSAR: CHIQUINHA GONZAGA E A AGÊNCIA NO RIO DE JANEIRO DO SÉCULO XIX
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): LARA DENISE GOES DA COSTA

Colaborador(es):  MARIA ALICE REZENDE DE CARVALHO - Orientador
Número do Conteúdo: 25905
Catalogação:  09/03/2016 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25905@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25905@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.25905

Resumo:
Esta tese analisou o engajamento agêntico de Chiquinha Gonzaga e a estrutura social que a recepcionou, com as redes que estabeleceu e os valores vigentes à época, assim como a transformação urbana e social ocorrida no Rio de Janeiro em meados do século XIX. A vida de Chiquinha Gonzaga ofereceu um exemplo paradigmático de agência, na medida em que através da música e seu comprometimento deliberado de atuação como compositora possibilitou a transformação social da estrutura e das práticas sociais, como afirma Margaret Archer. Embora o conceito de agência seja relativamente recente na sociologia, o tema da relação entre indivíduo e sociedade ou agência e estrutura se desenvolveu desde sua formação, como espelho de diversos contextos sociais e a criação de modelos teóricos e categorias que tinham como objetivo apreender a realidade de forma mais rigorosa. Embora o desenvolvimento destes conceitos tenha se alternado com primazia ora para um ou outro, ambos estão intrinsecamente vinculados nas diferentes maneiras pelas quais moldam a ação social e neste sentido optou-se por uma análise das configurações sociais características de meados do século XIX no Rio de Janeiro. Podemos afirmar que a relativização das rígidas estruturas que impediam a emancipação feminina se deu em parte a partir do advento da pequena imprensa os teatrinhos, e sua conjugação com o entrudo e o carnaval que afrouxavam a rígida estrutura conservadora que limitava a atuação do universo popular. Soma-se a isso a personalidade e o caráter transgressor da compositora que contribuíram para o advento de novas formas de vida para a mulher.

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