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Título: DEUS É HUMILDE E SABE DANÇAR!: POR UMA TEOPO(ÉTICA) TRINITÁRIA: A RAZÃO SENSÍVEL TRINITÁRIA COMO OUTRA RACIONALIDADE TEOLÓGICA NO HORIZONTE PÓS-MODERNO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): RODRIGO CARDOSO CONDEIXA DA COSTA

Colaborador(es):  MARIA CLARA LUCCHETTI BINGEMER - Orientador
Catalogação:  04/02/2016 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25727@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25727@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.25727

Resumo:
A tese doutoral que tens sob teus olhos nasceu de uma caminhada. Ela é parte integrante de nossa ventura, na lida da vida, como discípulo do Mestre de Nazaré: vinculada a uma genuína vocação pastoral e teológica. O tema aqui tratado está inextricavelmente ligado a uma intensa vivência como humano, cristão e professor de teologia: fruto de uma transfiguradora experiência de Deus; de um encontro com o Sentido da vida: uma caminhada feita de afastamentos, descaminhos, dúvidas, incertezas, de noites escuras. Ao longo desta caminhada, uma questão fustiga-nos o coração, desde os primeiros passos no mundo da teologia, a saber: uma (pre)ocupação em relação ao conhecimento de Deus; sobre a chamada gnosiologia teológica. Esta questão têm nos acompanhado (e inquietado) desde os primeiros passos no labor teológico. Pois, se Deus desvelou Seu Rosto, conforme afirma a fé cristã, como se dá o conhecimento de Deus? Esta é uma pergunta que nos remete à gnosiologia teológica (e, lato sensu, aponta diretamente para a epistemologia teológica). Esta (pre)ocupação fundamental têm norteado e impulsionado nosso caminho na pesquisa acadêmica em teologia, fustigado nosso coração, pondo-nos a pensar. Questão para a qual buscamos uma resposta/proposta ao longo desta tese. Tendo em vista que o conhecimento de Deus sempre se dá entre homens e mulheres situados, inseridos numa determinada conjuntura histórico-cultural, sócio-política, sócio-econômica, etc., que nos condiciona e limita, mas simultaneamente nos possibilita e desafia a elaborar outras concepções teológicas, agora no horizonte pós-moderno. Neste sentido, propomos outra racionalidade teológica que tenha como ponto de partida a constatação da crise e declínio da Razão - a civilização da Razão entrou em colapso (seu logocentrismo, presente na gênese da teo-logia). Sendo assim, garimpamos outras fontes de sabedoria e racionalidade: outras fontes de inspiração. A primeira encontrada foi a rica concepção de racionalidade presente no pensamento pós-moderno, chamada doravante de razão sensível. A segunda fonte, é oriunda do século XVII (do racionalismo cartesiano): a razão sensível (cordial) conforme propunha o francês Blaise Pascal; na qual a mística encontra-se em primeiro plano: uma mística centrada no coração. A terceira e última fonte provém do húmus fértil da fé cristã, pela qual somos interpelados acerca de nossa real condição: finitude, indicando não só uma radical transitoriedade, mas desvelando com absoluta crueza nossa precariedade ontológica e profunda interdependência. Daí, a humildade não ser apenas mais uma virtude, em última análise, mas resultado de uma mínima tomada de lucidez. Neste Espírito de humildade, que é espaço vital (útero/húmus): somos gerados e regenerados, e podemos crescer. Trata-se do Espírito que ao lado do Pai e do Filho forma uma Comunidade de Amor humilde (em kénosis) e dançarina (em pericóresis). Modelo de Relação no qual o Terceiro está incluído: o Espírito. Somos filhos e filhas dessa Relação-Comunhão, e para Ela estamos vocacionados, que implica a possibilidade de desenvolver uma intercorporeidade trinitária. Abrindo espaço para a inclusão de dimensões antes marginalizadas no decorrer da história do pensamento ocidental: tecendo com outros fios, oriundos de novelos diversos, uma teopo(ética) trinitária.

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