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Título: NÃO TÁ ACONTECENDO NADA E ELES PASSAM PRA TOCAR UM TERROR: REPRESSÃO POLICIAL E CONSTRUÇÕES IDENTITÁRIAS EM NARRATIVAS DE MANIFESTANTES DE JUNHO DE 2013
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ETYELLE PINHEIRO DE ARAUJO

Colaborador(es):  LILIANA CABRAL BASTOS - Orientador
LIANA DE ANDRADE BIAR - Coorientador
Número do Conteúdo: 25719
Catalogação:  03/02/2016 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25719@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25719@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.25719

Resumo:
Este trabalho objetiva investigar a relação entre as identidades que os manifestantes das Jornadas de Junho de 2013, no Rio de Janeiro, reivindicam para si e os episódios de violência policial ocorridos durante os protestos. Tais episódios se iniciaram após o aumento da tarifa de transporte. Com a intensa repressão da polícia, as manifestações ganharam expressiva adesão popular e houve uma diversificação das reivindicações. Compreendemos essas manifestações como parte dos movimentos que se espalharam pelo mundo a partir de 2011, tendo a crise da representatividade como importante motivação para a indignação (Castells, 2013). Este estudo se alinha à Análise de Narrativa (Bastos 2005; Bastos e Biar, 2015) e à metodologia qualitativa interpretativista de pesquisa (Denzin e Lincoln, 2000), com uma dimensão autoetnográfica (Reed-Danahay, 2001). Os dados foram gerados com entrevistas em profundidade com dois manifestantes presentes nas principais atividades de ocupação do espaço público no período. Partindo do modelo laboviano, identificamos as narrativas e os elementos que os manifestantes tornam relevantes nas avaliações que fazem sobre personagens e ações narradas. Concebendo a narrativa como forma de organização da experiência (Bruner, 1973), a análise foi orientada pela visão socioconstrucionista do discurso e das identidades (Moita Lopes, 2003). Na análise, percebemos que os manifestantes constroem suas identidades partindo do sentido que atribuem à violência policial em suas narrativas. Nesse processo, reivindicam identidades que os projetam numa luz favorável. Concebemos essa violência como choque moral (Jasper, 1997) que produziu indignação para além do aumento da tarifa e levou mais indivíduos, inclusive os nossos entrevistados, a participar das manifestações em junho de 2013.

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