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Título: DRUG MOMS, DRUG WARRIORS: PERFORMANCES DE GÊNERO E PRODUÇÃO DA (IN)SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO DISCURSIVA DA GUERRA ÀS DROGAS PARA A AMÉRICA LATINA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ANA CLARA TELLES CAVALCANTE DE SOUZA

Colaborador(es):  MONICA HERZ - Orientador
Catalogação:  25/01/2016 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25668@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=25668@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.25668

Resumo:
A presente dissertação busca oferecer uma leitura crítica sobre as performances militarizadas de (in)segurança que constituem a guerra às drogas na América Latina. Entendemos a guerra às drogas como um conjunto de normas, políticas e saberes relacionado ao controle, via proibição, de drogas ilícitas , que prioriza estratégias militarizadas nas tentativas de suprimir a produção e a comercialização dessas substâncias pela via da oferta e que opera primordialmente através da cooperação bilateral ou multilateral com agências estatais e atores políticos estadunidenses. Situamos a discussão proposta no contexto mais amplo das leituras feministas/de gênero, pós-estruturais e póscoloniais sobre Relações Internacionais e segurança internacional, com foco no processo de construção de imaginários políticos sobre o mundo social através de performances (discursivas e não discursivas) de (in)segurança. Utilizamos como principal (embora não única) estratégia de pesquisa a análise de discurso, olhando para as principais práticas discursivas da guerra às drogas que se colocam como discursos oficiais do Estado estadunidense. Argumentamos que as performances militarizadas da guerra às drogas são tornadas possíveis por uma forma de imaginar as relações internacionais que constrói o Estado nacional moderno como sujeito primordial da política internacional através da (re)produção de fronteiras de (in)segurança. Mais ainda, esse processo reflete complexas hierarquias e dinâmicas de poder que também são informadas por performances de gênero – seja a fluida dualidade entre feminilidades e masculinidades , seja a contraposição entre uma masculinidade hegemônica e masculinidades e feminilidades subalternas . Nesse sentido, a guerra às drogas é tornada possível pelo mesmo imaginário político que (re)produz: um que (re)afirma as fronteiras de possibilidade da política (inter)nacional.

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