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Título: LEITURA E INTERCULTURALIDADE EM UMA ESCOLA PATAXÓ NO PRADO - BA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): VERA LUCIA DA SILVA

Colaborador(es):  ROSANA KOHL BINES - Orientador
Número do Conteúdo: 24752
Catalogação:  12/06/2015 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=24752@1
Referência [fr]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=24752@3
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.24752

Resumo:
Este estudo pretende refletir sobre as práticas de leitura da Escola Indígena Kijêtxawê Zabelê no Prado - BA. Por se tratar de um povo em processo recente de retomada etno-territorial, que vive em intenso e obrigatório contato com a sociedade do entorno, as reflexões serão empreendidas na perspectiva da interculturalidade como diálogo - nem sempre pacífico, entre os conhecimentos indígenas e não-indígenas. O primeiro capítulo apresentará o povo Pataxó por meio de narrativas conflitantes, exatamente por virem de diferentes lugares de fala: a narrativa de origem do povo Pataxó contada a partir de sua própria cosmologia, a narrativa do olhar europeu expresso na Carta de Achamento de Pero Vaz de Caminha e nos relatos de viagem do Príncipe Maximiliano Wied-Neuwied (1940), e por fim, as narrativas da última grande dispersão - o fogo de 1951, massacre violento contra o povo indígena da aldeia de Barra Velha, último refúgio Pataxó. O segundo capítulo pretende ler o Projeto Político Pedagógico da Escola como narrativa do desejo de uma educação intercultural. O terceiro será dedicado à discussão das práticas leitoras vivenciadas na sala de aula, como cenas à luz do conceito de interculturalidade presente no PPP, assim como das reflexões de intelectuais indígenas e não indígenas sobre o assunto. Por fim, a última parte proporá a leitura de narrativas de tradição oral presentes nas próprias comunidades, como estratégia potente para a materialização do discurso intercultural evidenciado no projeto Pataxó de educação diferenciada.

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