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Título: PODE HAVER POVO SEM TER REI; E REI SEM TER POVO PODE HAVER?: PANFLETOS MANUSCRITOS E EMANCIPAÇÃO DO REINO DO BRASIL
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): VANESSA FRAGUAS SERRA LUCAS

Colaborador(es):  ILMAR ROHLOFF DE MATTOS - Orientador
Número do Conteúdo: 24736
Catalogação:  10/06/2015 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=24736@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=24736@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.24736

Resumo:
Este trabalho realiza uma análise dos panfletos manuscritos que circularam pelo Reino do Brasil, particularmente no Rio de Janeiro e em Salvador, entre 1820 e 1823. O movimento constitucionalista, iniciado com a Revolução do Porto em 1820, impulsionou a produção e a circulação de panfletos e periódicos, assim como ampliou as discussões políticas nas duas partes do Império português, permitindo a construção de um espaço público de debate político dissociado do Estado. Nesse espaço, eram discutidas questões relacionadas à elaboração de uma Constituição e ao futuro do Império. Diante da escassez de trabalhos sobre os panfletos manuscritos, esta pesquisa tem como objetivo contribuir para os estudos sobre esses documentos, ressaltando a relevância desse material para a construção de um espaço público e para o desenvolvimento de uma opinião pública. A partir da análise do conteúdo dos manuscritos, procurou-se identificar as principais ideias e conceitos apresentados, compreender as diferentes formas de circulação e apropriação que envolvem esse material, além de ressaltar a importância dos panfletos manuscritos para a compreensão de uma das dimensões do espaço público que estava sendo construído.

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