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Coleção Digital

Avançada


Formato DC|



Título: ANÁLISE EXPERIMENTAL DE TRINCAS NÃO PROPAGANTES
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): GUILHERME LIEBERENZ FALLEIROS MARIANTE

Colaborador(es):  JAIME TUPIASSU PINHO DE CASTRO - Orientador
Número do Conteúdo: 23674
Catalogação:  12/11/2014 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TRABALHO DE FIM DE CURSO
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=23674@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=23674@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.23674

Resumo:
O dano por fadiga é causado por carregamentos cíclicos, que através das bandas de deslizamento, causam o surgimento de extrusões e intrusões na superfície do material, dando início ao nascimento de uma trinca. Os carregamentos podem atuar sobre a mesma no modo I – tração transversal, modo II – cisalhamento longitudinal ou modo III – cisalhamento transversal ou numa combinação deles. Enquanto o nascimento da trinca é controlado pela gama de tensões delta sigma , sua propagação é governada pela gama dos fatores de intensidade de tensão deltaK. A trinca propaga sempre que deltaK é maior que o limiar de propagação de trincas deltaKth. Trincas curtas não-propagantes são aquelas trincas que, devido à um grande gradiente de tensão no entorno da ponta da trinca, começam a propagar mas logo a o fator de intensidade de tensão na ponta da trinca diminui a ponto de interromper a propagação da mesma.

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