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Título: UMA VIDA DE ANDANÇAS: TRABALHO, PRECARIZAÇÃO E OS AMBULANTES DOS TRENS DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ANA PAULA FERREIRA JORDAO

Colaborador(es):  INEZ TEREZINHA STAMPA - Orientador
Número do Conteúdo: 23404
Catalogação:  02/09/2014 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=23404@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=23404@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.23404

Resumo:
Este estudo buscou apreender a experiência laboral dos sujeitos que trabalham como vendedores ambulantes nos trens urbanos de passageiros que circulam na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Tais sujeitos, em algum momento de suas vidas, não conseguiram se alocar no mercado de trabalho considerado formal e, para obter os meios para garantir a própria sobrevivência e de sua família, foram trabalhar como ambulantes na ferrovia. Essa alternativa encontrada pelos ambulantes que, inicialmente, possui um caráter provisório, com o decorrer do tempo torna-se permanente. Trata-se de um trabalho precário, cuja dimensão atinge diversos âmbitos da vida social desses trabalhadores. O universo de trabalhadores ambulantes dos trens urbanos de passageiros da RMRJ é bastante heterogêneo. É composto desde jovens a idosos, tanto do sexo masculino quanto feminino e, dentre eles, há pessoas com deficiência. A maioria não possui permissão da SuperVia, concessionária que atualmente administra a ferrovia da RMRJ, para trabalhar naquele espaço. Para a elaboração do presente estudo, observamos o trabalho dos ambulantes no espaço ferroviário por, aproximadamente, três anos e, desde junho de 2013, dialogamos com alguns deles a respeito do seu trabalho. O trabalho de campo consistiu na entrevista de dois trabalhadores ambulantes em cada um dos cinco principais ramais dos trens urbanos da RMRJ (Deodoro; Santa Cruz; Japeri; Belford Roxo e Saracuruna), totalizando 10 entrevistas semiestruturadas, realizadas nas plataformas da ferrovia, no cotidiano de trabalho dos mesmos. A observação participante também foi amplamente utilizada durante a pesquisa empírica. Tais estratégias objetivaram conhecer a trajetória de trabalho destes sujeitos, os motivos que os levaram a trabalhar no espaço ferroviário e suas expectativas em relação ao futuro. No decorrer das observações realizadas cotidianamente foi possível apreender a dinâmica de trabalho desses ambulantes. Foi traçado o perfil desses sujeitos e analisadas as condições de trabalho dos mesmos. Além disso, foram realizadas reflexões sobre as experiências de trabalho que eles adquiriram no decorrer da vida. Para isso, buscamos resgatar os trabalhos desenvolvidos pelos ambulantes entrevistados e até mesmo dos seus pais. A partir dessas experiências abordamos as lutas travadas no cotidiano por esses trabalhadores, assim como as estratégias de sobrevivência e possíveis formas de resistências engendradas por eles. Com isso, percebemos que os ambulantes batalham para garantir o pão de cada dia, porém acabam não se articulando coletivamente para lutar por melhores condições de trabalho.

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