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Título: HORTO FLORESTAL: UM LUGAR DE MEMÓRIA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO: A CONSTRUÇÃO DO MUSEU DO HORTO E SEU CORRESPONDENTE PROJETO SOCIAL DE MEMÓRIA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): LAURA OLIVIERI CARNEIRO DE SOUZA

Colaborador(es):  DENISE PINI ROSALEM DA FONSECA - Orientador
Número do Conteúdo: 21757
Catalogação:  12/07/2013 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=21757@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=21757@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.21757

Resumo:
Este trabalho é o resultado acadêmico de três anos de uma pesquisa-ação realizada no Horto Florestal do Rio de Janeiro. A hipótese que norteou esta pesquisa é a de que a população que reside no Horto Florestal é tradicional, sendo, portanto, portadora de uma memória social que precisa ser preservada. Por razões de disputas fundiárias históricas e contemporâneas, esta memória social vem sendo sistematicamente desqualificada pelo discurso hegemônico e seus agentes; negada por representantes dos interesses fundiários no lugar, e mantida no silêncio pela própria população do local como forma de resistência social. Este trabalho buscou contribuir com a reinterpretação da história deste, que consideramos, um lugar de memória da cidade, através de um projeto de memória social, que foi desenvolvido com os moradores da localidade, desde junho de 2008 até fevereiro de 2012. O trabalho de compilação do material documental que sustenta esta tese se desenvolveu em duas frentes: 1) pesquisa em acervos de documentação histórica publicada sobre o Horto e a região da antiga Freguesia da Gávea, tais como: relatos de viajantes e cronistas, publicações oficiais atuais e antigas, fotos, mapas, desenhos, narrativas de época, etc., e 2) pesquisa-ação nos moldes de uma intervenção social que originou, e foi originada, pela construção do Museu do Horto: projeto social de memória, do Horto Florestal do Rio de Janeiro. Este trabalho de campo registrou testemunhos; filmou eventos; percorreu trilhas na mata; fotografou pessoas, edificações, festividades, comidas, ervas, etc., no afã de documentar aspectos culturais intangíveis que resistem ao tempo, ao descrédito e à desqualificação da memória social local. O resultado é uma tese que melhor se apresentaria sob a forma de um hipertexto, permitindo ao leitor circular de um suporte a outro, fazendo falar o não-dito, o mal-dito e o intencionalmente ignorado. Para visibilizar parte do acervo do Museu do Horto, optou-se por formatar o capítulo correspondente como um catálogo de coleção, de acordo às normas internacionais específicas. Contribuíram com esta pesquisa Organizações sem fins lucrativos, como a Associação de Moradores e Amigos do Horto (AMAHOR) e pessoas físicas que defendem o direito à memória, a fim de fortalecer a resistência dessa histórica população, em luta por permanecer no seu lugar de origem. Este trabalho argumenta que o Horto Florestal do Rio de Janeiro tem uma origem que remete ao século XVI, quando a região era sede de importantes engenhos de açúcar e depois de fazendas de café, e que ao longo dos últimos quatro séculos manteve a sua integridade social e importância econômica para a cidade do Rio de Janeiro, sendo digno de reconhecimento como tal: um importante lugar de memória que merece preservação.

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