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Título: O ARQUÉTIPO TRAVESTIDO: MITOS QUE PERSONIFICAM E ESTRUTURAM O TRAVESTI
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): EDSON ABDON PEIXOTO FILHO

Colaborador(es):  LIDIA LEVY DE ALVARENGA - Orientador
Número do Conteúdo: 21700
Catalogação:  21/06/2013 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TRABALHO DE FIM DE CURSO
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=21700@1
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.21700

Resumo:
Faz-se aqui uma breve análise da constituição da personalidade do travesti, deixando de defini-lo a partir de sua sexualidade e passando a olhá-lo como uma forma de constituir-se sujeito e de ser/estar no mundo independentemente do sexo, gênero ou orientação sexual. A partir da dualidade/polaridade entre o feminino (anima) e masculino (animus) introduz-se as implicações arquetípicas decorrentes desse papel que o travesti desempenha no mundo e da forma como o seu ego gosta de ser reconhecido no contexto social (máscara ou persona). Perscruta-se e delineia-se a existência de um arquétipo andrógino no travesti, verificando, ainda, como o travestismo aparece na mitologia dos povos primitivos.

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