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Título: VIOLÊNCIA E PAZ NA VIDA E OBRA DE THOMAS MERTON
Autor: GETULIO ANTONIO BERTELLI
Instituição:  -
Colaborador(es):  -
Nº do Conteudo: 18369
Catalogação:  28/09/2011 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo:  TEXTO Subtipo:  ARTIGO
Natureza:  PUBLICAÇÃO
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=18369@1
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.ATeo.18369

Resumo:
Em 2008 lembramos os quarenta anos da morte martirial de Thomas Merton (1915-1968). O presente artigo quer prestar uma singela homenagem à sua memória, destacando um dos temas prioritários de sua vida e escritos. Merton foi um mestre em espiritualidade, e formador de opinião, ensinando o mundo a unir contemplação e ação. Sua vida foi marcada por uma clara evolução espiritual, ou seja, por uma dupla conversão: do mundo ao mostei-ro, e outra vez do mosteiro ao mundo, sem perder sua vocação monástica, sacerdotal e eremítica. Nos primeiros dez anos desde a publicação de sua auto-biografia em 1948, intitulada A Montanha dos Sete Patamares, Merton acentua o paradigma da fuga do mundo (fuga mundi). Entende a mística como um subir a montanha de Deus. Em 1958 ele experiencia uma crise espiritual, uma mudança de valores e perspectiva: começa, então, a descer a montanha de Deus, numa abertura ao mundo movido por compaixão.

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