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Título: RISCO SOBERANO, VOLATILIDADE E PADRÃO-OURO: 1870–1930
Autor: PEDRO CARVALHO LOUREIRO DE SOUZA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Colaborador(es):  MARCELO DE PAIVA ABREU - ORIENTADOR
MARCELO CUNHA MEDEIROS - COORIENTADOR

Nº do Conteudo: 15045
Catalogação:  26/01/2010 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=15045@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=15045@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.15045

Resumo:
O presente estudo documenta a relação entre a volatilidade do risco soberano e adesão ao padrão-ouro no período clássico, entre 1870 e 1914. A aplicação do modelo econométrico de FCGARCH (ou Flexible Coefficient GARCH) evidencia que regimes de baixa volatilidade de spreads – tal como medido pela diferença entre a taxa de juros obtida pelos empréstimos soberanos no mercado londrino e a contra-partida sem risco, os consols britânicos – estiveram associados a adesão ao padrão-ouro. De forma geral, interpretase que a baixa variância gerou as pré-condições necessárias para adesão ao regime, especialmente para países da periferia. Trabalhos anteriores limitavam-se à análise do comportamento da média dos spreads quando da adesão ao regime, sem encontrar nenhum efeito significativo.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT E SUMÁRIO  PDF
CAPÍTULO 1  PDF
CAPÍTULO 2  PDF
CAPÍTULO 3  PDF
CAPÍTULO 4  PDF
CAPÍTULO 5  PDF
CAPÍTULO 6  PDF
CAPÍTULO 7  PDF
CAPÍTULO 8  PDF
CAPÍTULO 9  PDF
CAPÍTULO 10  PDF
CAPÍTULO 11  PDF
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  PDF
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