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Título: AS FORMAS DA INFÂMIA: POLÍTICA E ESTÉTICA NA OBRA DE JORGE LUIS BORGES (1921-1955)
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): GUSTAVO NAVES FRANCO

Colaborador(es):  RICARDO AUGUSTO BENZAQUEN DE ARAUJO - Orientador
Número do Conteúdo: 14753
Catalogação:  22/12/2009 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=14753@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=14753@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.14753

Resumo:
O trabalho é apresentado como uma contribuição à bibliografia crítica sobre a obra de Jorge Luis Borges, enfocando aspectos políticos da trajetória intelectual do autor, e conferindo-lhes uma relevância específica em sua produção literária. A princípio, são analisados poemas e ensaios publicados por Borges na década de 1920, em sua vinculação a um projeto romântico de renascimento da raça criolla, que teve seu auge no momento da reeleição de Hipólito Yrigoyen à presidência da Argentina, em 1928. Já em 1930, no entanto, o fracasso desta experiência e o processo de degradação do ambiente político mundial trariam uma decisiva inflexão na postura de Borges. A partir daí, seria configurada uma mais duradoura identificação do escritor com um conjunto de práticas e valores associados ao século XIX e à tradição britânica, por ele recebidos através da leitura de diversos autores, sobretudo G. K. Chesterton. Simultaneamente, foi constatado que, com o agravamento da crise européia, seus comentários em revistas e jornais portenhos se voltam para a crítica e a sátira de projetos utópicos de organização social, de matriz francesa ou germânica, ambos atrelados a paradigmas estéticos (o primeiro ao articular os princípios da l’art pour l’art com o argumento pacifista, e o segundo apropriando-se de hábitos expressionistas, em um programa de renascimento da raça ariana). A delimitação destas três vertentes justifica uma leitura dos contos escritos por Borges na primeira metade da década de 1940, com ênfase para seu viés paródico, mas neles notando também o reconhecimento da derrocada dos padrões morais, estéticos e políticos do legado inglês. Enfim, foi examinado o diálogo de Borges com a literatura norte-americana, na medida em que ele teria encontrado aí a representação de uma nova imagem do mundo, à qual estariam associados contos como La biblioteca de Babel e El Aleph.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT E SUMÁRIO  PDF
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CAPÍTULO 2  PDF
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  PDF
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