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Título: NAM JUNE PAIK: DA MÚSICA FÍSICA À ARTE DA COMUNICAÇÃO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): BRUNO VIANNA DOS SANTOS

Colaborador(es):  CECILIA COTRIM MARTINS DE MELLO - Orientador
Número do Conteúdo: 14710
Catalogação:  14/12/2009 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=14710@1
Referência [fr]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=14710@3
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.14710

Resumo:
Nam June Paik é considerado como artista pioneiro da vídeoarte, forma de arte que surgiu na década de 1960 e que explora a imagem eletrônica e suas propriedades enquanto material expressivo ontologicamente diferente das outras formas de imagem, assim como seu uso em instalações, ambientes com circuito fechado e em redes de comunicação. Tendo iniciado sua carreira como compositor de música eletrônica e artista de performance no grupo Fluxus, Paik criou partituras, objetos musicais e peças de antimúsica que irão surgir em parte como desdobramentos de sua interpretação das questões abertas pela obra do compositor americano John Cage. O contato com o compositor e o estudo da eletrônica provocarão uma reorientação significativa em seu trabalho, que num primeiro momento irá caracterizar-se pela utilização do aparelho de televisão como médium artístico através de modificações de seu circuito interno e de hibridizações que desfiguram a imagem eletrônica e permitem a participação do público na manipulação dos sinais eletrônicos que a compõem. A partir dessas experiências, os trabalhos de Paik irão contribuir na definição de uma estética da imagem eletrônica e explorar seus recursos expressivos mediante a apropriação de novos recursos tecnológicos e uso de seu sintetizador vídeo, uma consequência das buscas do artista em tornar a televisão um sistema aberto e em criar uma síntese entre música e artes visuais. Definida como tentativas de humanizar a tecnologia, a obra de Nam June Paik oferece em sua variedade uma rica fonte para reflexões sobre o papel do artista em relação ao fenômeno técnico. Ao aventurarse na esfera da arte-comunicação, Paik irá demonstrar de que forma o artista pode aproximar sua atividade de uma práxis social fundindo campos de conhecimento distintos, fazendo previsões e subvertendo o uso institucionalizado das mídias, provocando assim transformações na superestrutura da sociedade.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, RÉSUMÉ, SUMÁRIO, LISTAS  PDF
CAPÍTULO 1  PDF
CAPÍTULO 2  PDF
CAPÍTULO 3  PDF
CAPÍTULO 4  PDF
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ANEXOS  PDF
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