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Título: MARLI CORAGEM, MULHER NEGRA E PERIFÉRICA: DEVER DE MEMÓRIA, DIREITOS HUMANOS, LIMITES DA REDEMOCRATIZAÇÃO E PERMANÊNCIAS DA DITADURA
Autor: MARIO SERGIO IGNACIO BRUM
Instituição:  -
Colaborador(es):  -
Nº do Conteudo: 72226
Catalogação:  07/08/2025 Liberação: 28/08/2025 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo:  TEXTO Subtipo:  ARTIGO
Natureza:  PUBLICAÇÃO
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72226&idi=1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72226&idi=2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.OSQ.72226

Resumo:
No ano de 1980, em pleno processo de Redemocratização, Marli Soares Pereira, mulher negra, jovem, moradora da Baixada Fluminense travou uma luta de intensa repercussão na época por justiça em relação ao seu irmão, Paulo, que foi assassinado por um esquadrão da morte em outubro de 1979. Marli acusou policiais pelo crime e passou a lutar para que os assassinos fossem condenados, recebendo apoio de diversas organizações que então protagonizavam a luta pelo fim da Ditadura. Esse artigo possui dois objetivos: o primeiro deles é resgatar a história de Marli e de sua luta por justiça frente ao assassinato do irmão por agentes do Estado em plena Ditadura, sendo Paulo uma vítima jovem, negra, pobre e periférica. O segundo objetivo é discutir de que forma a enorme repercussão que o caso e a pessoa de Marli tiveram em pleno processo de Redemocratização no Brasil deu lugar a um apagamento posterior, no que tratamos as memórias da Ditadura e os debates posteriores sobre quem foram as suas vítimas.

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