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Título: MODELO GENÉRICO PARA O AMBIENTE DE COMÉRCIO ELETRÔNICO ENTRE EMPRESAS - B2B
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): MARCO AURÉLIO FAGUNDES ALBERNAZ
Colaborador(es): MARIA ANGELA CAMPELO DE MELO - Orientador
Catalogação: 19/01/2005 Idioma(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TESE
Natureza: PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota: Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=5879@1
Referência [en]: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=5879@2
Referência DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.5879
Resumo:
O ambiente de Comércio Eletrônico entre empresas apoiado pela Internet, conhecido como B2B, é muito complexo. Para nele operar, é importante a existência de um instrumento que permita visualizar de forma integrada os diversos elementos que interagem entre si nesse ambiente de negócios, facilite a sua compreensão e dê apoio à tomada de decisões e à elaboração de estratégias que agreguem valor às empresas que aí realizam as suas transações. A necessidade desse instrumento deu origem à criação de um modelo genérico do inter-relacionamento entre empresas e instituições para o ambiente de negócios B2B, objeto dessa tese. A esse modelo foi dado o nome de Modelo Global B2B. Entre os diversos tipos de organizações que aí coexistem, podem ser citadas: as que intermediam transações entre consumidores e fornecedores de bens e serviços – e-marketplaces, empresas prestadoras de serviços relacionados à tecnologia, ao marketing, à área legal, à área financeira e empresas dedicadas à logística e transporte. A parceria com as prestadoras de serviço possibilita às demais empresas terem ao seu encargo somente as atribuições diretamente relacionadas ao seu negócio, tornando-as muito mais ágeis e capazes de se adaptarem com mais facilidade às mudanças freqüentes e enfrentarem as incertezas presentes nesse ambiente virtual. Na elaboração do Modelo Global do B2B, usaram-se conceitos extraídos das Teorias de Sistemas, de Redes, de Corporação Virtual e de Cadeias de Suprimento. Ao se usar a Teoria de Sistemas, procurou-se visualizar as organizações que atuam no ambiente B2B como sendo partes de um sistema e não elementos isolados, já que algumas de suas propriedades só podem ser tratadas adequadamente se estudadas de uma forma holística. O ambiente B2B foi analisado, também, como uma rede complexa, cujos componentes se apóiam mutuamente com o objetivo de enfrentarem a crescente dependência tecnológica e a necessidade de desenvolver e adaptar suas ofertas às exigências cada vez mais específicas desse mercado. As Teorias relativas a Corporações Virtuais e a Cadeia de Suprimento contribuíram para um melhor entendimento dos conceitos relacionados a Mercados Virtuais e ao fluxo de produtos do fornecedor ao consumidor final, nesse novo ambiente de negócios. Como aplicações práticas do modelo, são apresentados: a análise do Canal Cliente da Petrobrás, um dos maiores portais B2B do mundo em volume de transações, e o uso do modelo como suporte para o estudo de opções reais em empresas voltadas para o B2B. No caso do Canal Cliente, é mostrada a relevância do modelo para a compreensão e caracterização do relacionamento entre as entidades que aí interagem, tendo sido usada a metodologia Soft de Checkland para o entendimento da situação-problema e a formulação de propostas de projetos desejáveis e culturalmente factíveis, capazes de agregar valor à atual versão do Canal Cliente. Os resultados dessa aplicação serviram para demonstrar a aderência do modelo à realidade, sua contribuição no entendimento de um caso complexo real e o estabelecimento de estratégias que agregam valor à empresa.
Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT, SUMÁRIO E LISTAS  PDF  
CAPÍTULO 1  PDF  
CAPÍTULO 2  PDF  
CAPÍTULO 3  PDF  
CAPÍTULO 4  PDF  
CAPÍTULO 5  PDF  
BIBLIOGRAFIA E ANEXOS  PDF  
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